Arara-azul
Anodorhynchus hyacinthinus · species
A arara-azul é a maior espécie de arara do mundo, alcançando até um metro de comprimento e pesando até dois quilos. Nativa de biomas da América do Sul, alimenta-se principalmente de frutos de palmeiras.
Ficha técnica
Dados medidos de fontes científicas — sem invenção.
| Comprimento | Até 1 metro (da ponta do bico à ponta da cauda) |
|---|---|
| Peso | 1,3 kg em adultos; 1,7 kg em filhotes |
| Envergadura | 1,20 metro |
| Comprimento das asas | 38,8–42,5 centímetros cada |
| Dieta | Frutos de palmeiras (castanha do urucuri e coco-de-espinho) |
| Habitat | Amazônia, Cerrado e Pantanal na Bolívia, Paraguai e Brasil |
| Conservação | Vulnerável (UICN); retirada da lista brasileira de extinção em 2014; listada no Anexo I da CITES |
A arara-azul-grande é a maior espécie de arara da família dos psitacídeos. Nativa do centro e leste da América do Sul, ocorre na Bolívia, Paraguai e Brasil, habitando os biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal. Seu comprimento total, medido da ponta do bico à ponta da cauda, alcança cerca de um metro, e seu peso varia de 1,3 quilos quando adulta a 1,7 quilos quando filhote.
Sua plumagem predominante é azul cobalto com degradê da cabeça à cauda, enquanto a parte inferior das asas e a cauda apresentam coloração preta. Possui bico potente, preto e curvado, maior que o próprio crânio. Destaca-se pelo amarelo intenso nas pálpebras, ao redor dos olhos e na pele da mandíbula, características que a tornam alvo do tráfico internacional de animais.
A alimentação consiste basicamente dos frutos de palmeiras disponíveis no habitat, sendo principalmente da castanha do urucuri (Attalea phalerata) e do coco-de-espinho (Acrocomia aculeata). Vivem em bando e são consideradas aves sociais. São monogâmicas, permanecendo com o mesmo parceiro ao longo da vida e fiéis aos locais de alimentação e reprodução, reutilizando os ninhos em sucessivas estações.
A arara-azul foi considerada espécie ameaçada, mas em 2014 foi retirada da lista brasileira de animais em extinção. Contudo, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) a classifica como vulnerável. A perda de habitat e a captura de aves selvagens para o comércio de animais de estimação causaram grande impacto em sua população. A espécie está listada no anexo I da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES).
Galeria
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