Baleia-franca-pigmeia
📷 Dedden et al. · CC-BY ·fonte
Mamífero Pouco preocupante LC

Baleia-franca-pigmeia

Caperea marginata · species

A baleia-franca-pigmeia é um cetáceo único, o único membro vivo da família Neobalaenidae, combinando características de baleias-francas e rorquais.

A baleia-franca-pigmeia é um mamífero cetáceo e o único membro vivo da família Neobalaenidae. Foi descrita e associada a um novo gênero em 1846 por John Edward Gray, então pesquisador da seção de Zoologia do Museu Britânico.

Esta espécie apresenta uma combinação única de características taxonômicas. Compartilha com as baleias-francas a ausência de pregas gulares e um rosto arqueado, mas possui uma barbatana dorsal e corpo alargado similar aos rorquais (cetáceos da família Balaenopteridae), configurando um intermediário entre os dois grupos.

Descoberta e histórico taxonômico

Durante a expedição de James Clark Ross entre 1839 e 1843, naturalistas coletaram ossos e placas de barbatana que se assemelhavam a uma versão reduzida da baleia-franca. Gray descreveu a nova espécie em sua obra "Zoologia da Viagem do HMS Erebus e Terror" (1846), denominando-a inicialmente Balaena marginata. Após receber um crânio e ossos de outro espécime em 1864, Gray estabeleceu o gênero Caperea. Seis anos depois, em 1870, acrescentou o nome Neobalaena, reconhecendo posteriormente que as três denominações referiam-se ao mesmo táxon: Caperea marginata.

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Perguntas frequentes

Por que a baleia-franca-pigmeia é considerada um intermediário entre dois grupos de baleias?
Porque combina características das baleias-francas (ausência de pregas gulares e rosto arqueado) com atributos dos rorquais (barbatana dorsal e corpo alargado).
Quem descreveu a Caperea marginata e quando?
John Edward Gray descreveu a espécie em 1846, baseando-se em espécimes coletados durante a expedição de James Clark Ross (1839-1843).

Fontes