Vanessa atalanta
Vanessa atalanta · species
Borboleta de asas castanho-escuras com padrões vermelhos, migra mais de 2.000 km em busca de climas melhores durante o inverno.
Ficha técnica
Dados medidos de fontes científicas — sem invenção.
| Envergadura | 55 a 65 mm |
|---|---|
| Migração | Mais de 2.000 km durante o inverno |
| Dieta | Néctar de flores, frutas em decomposição |
| Habitat | Espaços abertos com flores, bosques, prados, jardins, florestas pouco densas |
| Distribuição | Europa meridional, Norte de África, Ásia, introduzida no Canadá, Havaí e Nova Zelândia |
| Comportamento | Voo enérgico até à noite; ativa no outono e inverno com sol; usa camuflagem contra predadores |
| Reprodução | Ocorre durante todo o ano |
A Vanessa atalanta, conhecida popularmente como almirante-vermelho, é uma borboleta da família dos ninfalídeos presente em regiões temperadas da Europa, Ásia e América do Norte. Destaca-se pela envergadura de 55 a 65 milímetros e pelas asas de cor castanho-escura com padrões brancos e avermelhados ou alaranjados.
Migra sazonalmente durante o frio, percorrendo distâncias superiores a 2.000 quilômetros em busca de ambientes com melhores condições de sobrevivência. Caracteriza-se pelo voo enérgico e capacidade de voar mesmo à noite, sendo uma das poucas espécies que mantém atividade durante os dias de outono e inverno quando há exposição solar.
Habitat e comportamento
Prefere espaços abertos com flores, bosques, prados, jardins e florestas pouco densas. Para escapar de predadores, usa técnicas de camuflagem: quando pousa em campo aberto ou entre rochas, mantém as asas fechadas para se mimetizar com as cores da face inferior; quando se pousa em locais floridos, abre as asas para se confundir com o colorido da paisagem.
Alimenta-se do néctar de diversas flores, incluindo silvas, erva-das-disenterias, trevo-cervino, hera, ligustro e cardos. Também consome partes de fruta em decomposição. Na fase de lagarta, as urtigas servem como abrigo e fonte de alimento. A reprodução ocorre ao longo de todo o ano, e em Portugal é bastante frequente em todo o país, particularmente nas zonas baixas e regiões costeiras.
Galeria
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